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Seguindo a linha mestra dos meus últimos artigos reitero que a necessidade é a mãe dos gêmeos, inovação e invenção.

 

Para exemplificar, cito alguns fatos que estão no artigo que compartilho abaixo: a quebra do tabu que mulheres não poderiam fazer tarefas de homens durante a segunda guerra mundial, quando, ao terem a oportunidade advinda da necessidade, provaram não só serem capazes como, a partir de então, as atividades delas somente se expandiram para todos os segmentos da sociedade; durante o Y2K, crise em todos os sistemas computacionais preconizada devido à mudança para o ano 2000, na virada para o século 21, quando os EUA triplicaram o número de vistos de trabalho para que engenheiros indianos pudessem imigrar para o Vale do Silício e colaborar na solução do problema.

 

Tal necessidade e a capacidade demonstrada pelos indianos em solucionar problemas complexos propiciou, como consequência, que uma geração de indianos se tornasse líderes de várias das maiores empresas de tecnologia do planeta como Alphabet (Google), Microsoft, IBM e Adobe.

 

Mas o que me chamou mais atenção nesse artigo foram as 3 questões levantadas a partir das realidades trazidas pelos impactos do CORONAVÍRUS quanto ao futuro da educação como um todo, mas particularmente, no ensino superior:

 

1) Estudantes precisam realmente de 4 anos presenciais: quais partes do curriculum poderão ser distribuídas pelas novas tecnologias, liberando o estudante para flexibilizar e acelerar seus tempos de estudo em qualquer local, a qualquer momento, em qualquer device.

2) Quais as melhorias no ecossistema de TI quanto a Hardware, Software, Mobile, Cloud e Bandas de Internet e Conectividade: promover uma revolução, upgrading todo o legado arcaico, para colher todas as eficiências e ubiquidades que já se provaram em muitos outros segmentos como, banking, comércio de produtos e serviços, conteúdos jornalísticos e profissionalizantes, para citar alguns.

3) Quais as necessidades de treinamento e capacitação para que professores, alunos e todos os stakeholders: atividades concomitantes aos itens 1 e 2 para que mestres e alunos possam realmente exponencializar suas capacidades de interação, e explorar um mundo de causa e efeito jamais experimentado.

 

Eu adiciono por minha conta, um quarto fator igualmente essencial que refere-se às capacidades de divulgação, oferta, aquisição, entrega e monitoramento que advirão dos ecossistemas digitais de marketing, check out com produtos avançados de fintech, LMS e plataformas de entrega de conteúdos muito mais intuitivos e adaptativos, além de todos os algoritmos de AI (inteligência artificial) e VR (realidade virtual) para prover condições de monitoramento e aproveitamento jamais experimentados.

 

Espero que gostem do artigo que agora compartilho, clique aqui para ler!

Forte abraço.

 

 

Arsenio Pagliarini Jr

CEO Intergroup Education Technology

 

Topics: ensino a distância, tecnologias educacionais, MERCADO EDUCACIONAL, INSTITUICOES DE ENSINO, coronavírus